Leitura Partilhada – Guinevere: a rainha do país do verão / Rosalind Miles

Primeiro volume de uma nova série sobre Camelote. Uma vibrante reconstituição histórica de uma saga de amor, sofrimento, ódio, vingança e desejo vista pelos olhos de Guinevre, a sua rainha. Guerreira, amante e musa, a história de uma mulher.Esta é uma narrativa verdadeiramente épica, englobando espectáculo, intriga política, guerra e o conflito entre a antiga religião pagã e o cristianismo. É um drama romântico poderoso e firmemente enraizado na história da Grã-Bretanha.

Leitura Partilhada!

Sinopse: Referido pelo The Times como «um dos melhores livros de 2003» O Estranho Caso do Cão Morto é muito divertido. Conta a história de Christopher Boone, um miúdo autista, com apenas 15 anos que vive enredado no seu próprio mundo, longe de tudo e de todos. Possui uma memória fotográfica e é um aluno excelente a matemática e a ciências mas detesta o amarelo e o castanho e não suporta que alguém lhe toque. Absorvido pela sua doença, Christopher desperta um dia quando encontra o cão da sua vizinha morto, no meio do jardim, com uma forquilha atravessada. A partir daqui nunca mais será o mesmo pois só descansará quando descobrir quem cometeu tão atroz crime. Uma obra de humor irónico, que irá em breve ser adaptada ao cinema, pois os direitos para filme foram já adquiridos pelos produtores de Harry Potter, contando com Brad Pitt como actor.
Obra vencedora do Prémio Whitbread e do British Book Award/2004 nas categorias Ficção Literária e Livro Juvenil do Ano.

 

Ensino Superior – Qual é a universidade mais antiga do mundo?

“Al-Azhar, a mais poderosa instituição de ensino do mundo. Estudava Matemática, Árabe e o Alcorão. A matéria religiosa ocupava mais de metade do tempo de aulas na madrassa…”

extraído do romance Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos

Esse é um tema que ainda gera muita controvérsia entre os estudiosos. Na concepção moderna, a universidade surgiu na Idade Média e na Europa, o que classifica a Universidade de Bolonha, na Itália, fundada em 1088, como a mais antiga do mundo. Mas, ampliando a visão de mundo e considerando a cultura oriental, a Universidade Al-Azhar, no Cairo, ganha o título. Ela foi criada em 998 a pedido do vizir Yaqub para que o califa Aziz ministrasse instrução e alimentação a 36 estudantes da mesquita. Focada na Teologia e visando resolver os problemas entre a fé e a ciência, a instituição cresceu e atraiu mestres e alunos de todo o mundo muçulmano.

Fonte:Revista nova escola

“Abdul Qadeer Khan, roubou ao Ocidente”

“Pois a probabilidade do senhor Khan ter actuado sozinho sem o conhecimento dos militares paquistaneses é igual à probabilidade de uma barata se peidar em francês.”

extraído do romance Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos

Abdul Cadir Khan (Bhopal, India, 1 de Abril de 1936) é um cientista paquistanês, impulsor do programa de desenvolvimento nuclear do Paquistão. É considerado o pai da bomba atómica paquistanesa. Seu nome é também escrito: QadeerQuadeerQadirQadeer, sendo habitualmente abreviado como Dr. A.Q.

É engenheiro pela Universidade de Carachi e doutor pela Universidade Católica de Lovaiana, na Bélgica.

Em janeiro de 2004 reconheceu haver participado em uma trama de vendas de armas nucleares para a Coreia do Norte, Líbia e Irão.

Foi preso e colocado em liberdade no começo de 2009.

Fonte: Wikipédia

“Os Açores parece-me essa terra perdida … um pouco de fantasia”

“Vista do ar, a pequena povoação das Furnas parecia um lugar extraído de um conto de fadas, com as suas casinhas pequenas e muito bem arranjadas ao longo das encostas verdes, os quintais cuidados e os espaços arrumados.”

extraído do romance, Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos

“O que sabes tu sobre o Alcorão?”

“O rapaz arregalou os olhos. Eu, xeque? É o Livro dos Livros, a voz de Alá a falar directamente para nós.”

extraído do romance  Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos

Livro que contêm a lei religiosa de Maomé, é o código religioso moral e político dos muçulmanos. Maomé dizia tê-lo recebido do anjo Gabriel, versículo a versículo, e ditava-o aos seus prosélitos que o escreviam em folhas de palmeira, omoplatas de carneiro e pedaços de seda. Só depois da morte do profeta, um cunhado deste, o califa Abu Bekr, mandou coligir os textos dispersos em um livro que foi depositado em casa da víuva do legislador.

 

O Alcorão divide-se em 30 cadernos, 114 suratas ou capítulos, contendo 1.666 versículos. O seu artigo fundamental é: Só Deus é Deus e Maomé o seu profeta. No Alcorão, Maomé proclama a unidade de Deus e a existência de anjos e profetas. Condena a usura, o luxo, o jogo e o uso de vinho. Consagra a escravidão e a poligamia. Estabelece a inferioridade da mulher e admite o repúdio e o divórcio. Estabelece como dogma o juízo final e a predestinação. As recompensas na outra vida consiste em prazeres sensuais e na visão beatífica e a união com a divindade. No Alcorão percebe-se a influência da lei mosaica e dos livros religiosos dos hebreus. O Alcorão só foi conhecido na Europa no século XVI por uma tradução latina, muito imperfeita, de Bibliander.

“…o Alcorão são ordens para a guerra.”

Esta obra, Fúria Divina, é um livro que expõe uma questão real do nosso tempo – o radicalismo islâmico.

O jornalista da RTP, apresentou em 2009 no centro comercial do Colombo Lisboa, juntamente com um dos primeiros operacionais da Al-Qaeda, Abdullah Yusuf, e pelo general Leonel de Carvalho.

Na apresentação, o general Leonel de Carvalho referiu-se a “Fúria Divina” como uma obra que trata “de um tema atual, perturbador e polémico. O livro constitui um alerta para os perigos latentes que nos ameaçam como é o caso do terrorismo global”, disse. “Fúria Divina” é, de fato, uma ficção mas também uma possibilidade”, acrescentou.

 

“Amanhã é o primeiro dia do mês de Moharram e vamos celebrar a Hégira.[...] Sabes o que é?

É a fuga do Profeta para Medina, xeque.”

extraído do romance Fúria Divina, de José Rodrigues dos Santos

Foi a emigração de Maomé e de grande número de adeptos da sua doutrina, do território de Meca para a cidade de Iatribe que, mais tarde, veio chamar-se de Medina Annabi ou Cidade do Profeta. Este acontecimento desenrolou-se durante os anos de 620 e 622; o profeta entrou em Medina no dia 20 de setembro deste último ano, data que divide em dois períodos a sua atividade de fundador da nova religião.

Que razões tiveram os maometanos para sair da sua terra?

Em Meca, Maomé operara um trabalho lento de preparação para a missão divina em que se sentia investido por uma série de indícios: a voz que o exortara, na colina de Hira, a pregar as primeiras suras, seguidas de muitas outras vozes; ele ensinara, convertera. Os opulentos negociantes da tribo de Coreixe dominante em Meca, (tribo da qual provém Maomé) e que controlavam a economia, sobressaltaram-se com a doutrina monoteísta do novo profeta; sua ameaça de destruir os ídolos da Caaba, que atraíam à cidade os vários povos com quem os coraixitas tinham trato e a quem deviam a sua prosperidade. A elite coraixita começou a perseguir violentamente o profeta e seus seguidores ameaçando de morte. O profeta resolveu deixar a sua cidade natal e consagrar deste modo a emigração de muçulmanos já iniciada havia tempos. Esta saída foi a hégira, palavra árabe de uma raiz que significa romper relações, desamparar a sua tribo, emigrar.

Construiu-se então a primeira mesquita e rezou-se pela primeira vez a oração da sexta-feira. Uma vez em Medina, a missão do profeta entrou na segunda fase: Maomé transformou-se num verdadeiro chefe político e em general das suas tropas de auxiliares e companheiros de emigração; iniciou-se a campanha contra os coraxitas de Meca que havia de terminar com o triunfo dos Muçulmanos. Foi o Califa Omar quem, anos andados, fixou a era muçulmana, contando-a desde o ano da hégira; fê-lo assim porque foi depois da sua emigração para Medina que o profeta começou a proceder como soberano.  Mas a data de origem da nova era não se fixou no dia 20 de setembro; preferiu-se dar-lhe inicio no primeiro dia do primeiro mês (Moharrame) do ano da hégira; sexta-feira, 16 de julho de 622 E.C.. Passaram desde então a designar-se numéricamente os anos que até essa altura eram conhecidos pela menção do acontecimento mais notável que durante eles era – o ano do Elefante Branco.


“É uma das mais belas paisagens do mundo, não há dúvida.”

“Foi a meio da estreita ponte baixa, entre a lagoa azul e a lagoa verde [...] Dona Graça passeou o olhar pela paisagem, deixando-se inebriar pela harmonia serena do panorama que a abraçava.

O vale verde e viçoso espraiava-se até uma longínqua parede circular, a verdura apenas interrompida pelos dois grandes espelhos de água que se estendiam em ambos os lados da ponte baixa. Uma floresta de pinheiros bordejava terrenos de pastagem, com hortênsias e fúcsias a colorirem as encostas.”

Lagoa das Sete Cidades, Lagoa Verde e Lagoa Azul, Ilha de São Miguel – Açores

 

extraído do romance Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos

Sabe qual é a arma de fogo mais usada no mundo?

“A sentinela sonolenta abandonou a casamata, o corpo encolhido no sobretudo e a Kalashnikov displicentemente a tira colo…”

extraído do romance Fúria Divina de José dos Santos

A Kalashnikov, também chamado de AK-47, ele é a arma de fogo mais usada no mundo. Surgiu na União Soviética logo após o final da Segunda Guerra Mundial, por Mikhail Kalashnikov. Ele criou uma arma de alta reputação entre os especialistas por ser resistente à água, areia e lama, bem como de simples manutenção.

José Rodrigues dos Santos

José Rodrigues dos Santos é jornalista, escritor e professor de Ciências da Comunicação. Nasceu em Moçambique, em 1964. É agora Director de Informação da RTP e apresentador do Telejornal. Doutorou-se em Ciências da Comunicação com uma tese sobre reportagem de guerra. É autor de 5 livros, um dos quais de ficção. José Rodrigues dos Santos começou a sua carreira como jornalista em 1981, em Macau, trabalhando para a Rádio Macau. Depois de se licenciar em Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa, em 1987 foi trabalhar para a BBC em Londres e voltou a Portugal em 1990, integrando a RTP. De 1993 a 2001 foi colaborador da CNN. José Rodrigues dos Santos ganhou vários prémios académicos e jornalísticos. Venceu o Prémio Ensaio, do Clube Português de Imprensa, em 1986, e American Club of Lisbon Award for Academic Merit, do American Club of Lisbon em 1987. Ganhou o Grande Prémio de Jornalismo (do Clube Português de Imprensa, em 1994. Internacionalmente, venceu três prémios da CNN: o Best News Breaking Story of the Year, em 1994, pela história “Huambo Battle”; o Best News Story of the Year for the Sunday, em 1998, pela reportagem “Albania Bunkers”; e o Contributor Achievement Award, em 2000, pelo conjunto do seu trabalho.

“massas de pedra”

“Toda a paróquia, aumentada pela multidão vinda das paróquias envolventes, vinha juntar, desembocar as suas ondas piedosas sob os sombrios pórticos da velha igreja de Saint-Nicolas.”

extraído do livro, um padre em 1839 de Júlio Verne

 

 


A Basílica de São Nicolau de Nantes é uma igreja francesa localizada no centro de Nantes e que serviu de local – no romance  -para a ocorrência duma tragédia. Evidentemente, não foi esta igreja que Júlio Verne referiu porque a sua construção começou em 1844 e a história começa no ano de 1839. Porém, esta igreja veio substituir uma antiga igreja erguida no século XI e XII e que foi restaurada em 1478. Sendo esta antiga igreja que Verne refere no seu livro  - pois essa antiga igreja existia no tempo de Verne  - como um “edifício bastante antigo e que nela reinava a irregularidade…”

Em 16 de setembro do ano de 1943 foi severamente danificada no bombardeio que também destruiu grande parte do bairro. Foi restaurada e no ano de 1986 foi classificada como monumento histórico e uma das primeiras estruturas góticas na França.

 

por Manuel Rodrigues