Arquivo da Categoria: Galáctica no quarto
Galactica Song – My Immortal
Galactica Song – Stripped
Galactica Song – Safer
Deus decidiu criar a alma. A alma decidiu criar a sua morte!
Bear McCreary – A Distant Sadness
A arma que desintegra. Teve um projecto?
Visto do espaço, o planeta Terra parece uma bola azul bastante serena. Mas os asteróides não têm a mesma opinião. Um grupo de cientistas norte-americano descobriu que a gravidade terrestre funciona como as lâminas de um triturador para estes corpos celestes. Isto porque afinal os asteróides são menos sólidos do que o que se imaginava. Está dado o primeiro passo para construir uma arma que desintegre os asteróides antes que caiam na Terra. Pensava-se que estes corpos celestes tinham uma forma semelhante a uma batata devido às colisões frequentes com os planetas vizinhos. Mas observações recentes mostram que os asteróides, quando vistos de perto, são semelhantes a montes de gravilha unidos pela fraca gravidade que estes corpos celestes têm. Aliás, esta força é tão fraca que por vezes os asteróides se dividem em dois, recongelando-se centenas de anos depois. Agora, os investigadores sugerem que estes asteróides próximos da Terra (NEA, em inglês) – aqueles que a órbita faz passar próximo do nosso planeta – são tão frágeis que as faces se desfazem sempre que encontram a gravidade terrestre. Esta ideia surgiu devido a uma curiosa observação: a maioria dos asteróides apresenta uma camada ligeiramente avermelhada por causa do constante bombardeamento de partículas de vento solar. A este processo chama-se erosão espacial. Mas a superfície dos NEA estava fresca e sem efeitos de erosão espacial. O asteróide tinha a superfície fresca por causa da passagem junto do campo gravitacional terrestre. O passo seguinte foi reproduzir as órbitas de todos os NEA que não apresentavam erosão espacial. “Todos os asteróides frescos, quando localizada a sua rota até há 500 mil anos, passaram próximo da Terra”, diz Richard Binzel, co-autor do estudo, do Massachusetts Institute of Technology de Cambridge (EUA). O que parece acontecer, explica Binzel, é que até a mais “gentil” força gravitacional consegue triturar a superfície de um asteróide. “É como se raspássemos uma parede de neve suja”, diz. “O resultado seria uma camada de neve que iria tornar a parede fresca e brilhante novamente”. Em 2029 está prevista a passagem de um asteróide, o que será uma oportunidade para investigar melhor a sua superfície.
Fonte: DN
Sublinhado por Manuel Rodrigues
Galáctica no quarto
Galáctica no quarto
CAPRICA. 58 anos antes de Battlestar Galactica, em Caprica duas famílias são rivais – os Graystones e os Adamas – à medida que crescem, competem e prosperaram no mundo vibrante das 12 Colónias. O filme explica como a tecnologia – emergente – da inteligência artificial e robótica acabará por levar à criação dos Cylons. Caprica vai se palco de intrigas, calúnias política e de conflitos familiares. Graystone Daniel, é um génio do computador, é proprietário de uma empresa grande computador que está liderando o desenvolvimento da inteligência artificial.
O clã Adama é dirigido por Joseph Adama, um famoso advogado de defesa criminal e pai do futuro Battlestar comandante William Adama. Quando a tragédia atinge ambas as famílias, são desenhadas linhas que irão determinar o destino da raça humana.
Manuel Rodrigues
Noachis Terra

Os sulcos negros na vertente de uma cratera, indiciam que a àgua ainda pode correr em Marte.
Gorgonum Chaos

Numerosos canais, profundos e sinuosos, em Marte, que irradiam em forma de leque, terminando abruptamente num monte de materiais depositados. As condições climáticas em Marte são de tal ordem que, supostamente, qualquer àgua que chegue à superficie não permanece líquida durante muito tempo – ferve, gela ou desvanece-se em vapor.
Sonda

Desde 1997 até 2002 que a Mars Global Surveyor orbitou o planeta Marte a 390 quilómetros de altitude. Registou gigantescas tempestades de poeira, remoinhos e alterações abruptas da atmosfera. A temperatura máxima diurna é normalmente de 5º C, enquanto que a mínima desce para -100 C.
Galáxia do Sombrero

L(V)ER
A Galáxia do Sombrero (M104), situa-se entre a constelação do Corvo e a estrela mais brilhante de virgem, Spica. É uma galáxia com detalhes marcantes possui um halo bastante escuro em torno do bojo, o que se assemelha muito com um autêntico sombrero mexicano, esta galáxia ao contrário das outras não é visível a olho nu, mas é passível de observação com um telescópio modesto (100 mm de abertura) em lugar apropriado, isto é, longe da poluição luminosa.
Fonte: Observatório Astronómico da Ufes
Visão mais apurada

O grande telescópio Binocular de espelho duplo, instalado no Arizona, fornecerá imagens com uma nitidez dez vezes superior à do Hubble.

Construtor de telescópio de todos os tempos
Na Holanda, os irmãos Huygens propuseram telescópios longos e finos sem quaiquer tubos: a lente da objectiva ficava empoleirada numa plataforma elevada num campo, enquanto um observador situado a uma distância máxima de 60 metros alinhava uma ocular ampliadora e espreitava através dela.
Um gigante de 46 metros
Por que o frango atravessou a rua?
Ao mapear a superficíe lunar e identificar 7 constelações o frango quis dar a conhecer aos frangos da outra banda o atlas celeste.
Johannes Hevelius utilizou um telescópio com 46 metros de comprimento: pendurado num poste com cordas, ondulava com a mais ligeireza brisa.
A terra, uma pequena parte de um grande universo
Galileu foi o primeiro a apontar um telescópio para o céu nocturno há 400 anos com este instrumento humilde preservado no Museu de História da Ciência em Florença (Itália). A lente montada numa moldura ornamentada foi polida em 1609. Seguiram-se outras. Encaixadas em tubos de madeira com um metro de comprimento, as lentes de Galileu ampliaram os céus, aproximando e focando a lua, as manchas solares e os planetas mais próximos.
Asas de borboleta
Capturada pelo telescópio espacial Hubble e divulgada na quarta-feira, esta imagem lembra as asas de uma borboleta mas é, na realidade, um ‘caldeirão’ turvo de gás aquecido a mais de 20 mil graus celsius. O gás viaja através do espaço a uma velocidade superior a 965 mil Km por hora – rápido o suficiente para viajar da Terra à Lua em 24 minutos.No centro, uma estrela que hoje está morrendo cujo tamanho já foi de aproximadamente cinco vezes a massa do Sol. Da estrela escapam os gases que desencadeiam uma corrente de radiação ultravioleta que cria os raios brilhantes no espaço.Este objecto é um exemplo do que os astrônomos chamam de nebulosa planetária. Estas nebulosas são assim conhecidas porque muitas delas têm uma aparência semelhante a volta de um planeta quando visto através de um pequeno telescópio.
A imagem foi capturada pelo Wide Field Camera 3 (WFC3), uma nova câmera a bordo do Hubble, e catalogada como NGC 6302, ou Butterfly Nebula (nebulosa borboleta, em tradução livre).
A NGC 6302 está dentro de nossa galáxia Via Láctea, a cerca de 3,8 mil anos-luz da constelação de Escorpião. O gás incandescente formava as camadas mais externas da estrela, e está sendo expulso há cerca de 2,2 mil anos. A “borboleta” se estende por mais de dois anos-luz, que é aproximadamente a metade da distância do Sol à estrela mais próxima, Alfa Centauri.
WFC3 foi instalado pelos astronautas da Nasa em maio de 2009 durante a missão de atualização e reparos do telescópio Hubble.
Mesmo quando Jeová Deus destrói algo é magnífico em poder, beleza e grandiosidade. A ciência do homem ajuda a aprender mais do infinito e eterno amor que Ele tem pela humanidade. No caso desta estrela que se transformou em nebulosa, talvez o Criador queira estimular a imaginação do homem, assim como um pai que pendura no tecto do quarto do seu filho brinquedos coloridos e brilhantes para que a criança fique admirando e lhe proporcione um sono tranquilo. Eu coloquei no quarto do Dany o homem-luz sentado na lua, mas prefere o quarto dos pais!
Fonte>NASA
Trabalho manual

Nesta foto de 1966, uma equipa de operários altamente especializados da North American Aviation monta nas instalações da empresa em Downey, na Califórnia, os complicados componentes de um módulo especial do programa Apollo, da NASA. Todos os veículos espaciais são peças únicas, e portanto construídos à mão. Partindo do princípio de que não existem erros de cocepção, qualquer pequena falha na montagem pode ser fatal para êxito das missões, bem como a própria segurança dos astronautas.
Um Universo cheio de surpresas
L(V)ER – g Agosto 2009

