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O “mundo perdido” da Bolivia 11/12/2009

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Despertai de Novembro de 2009 

 

Reflexão da treta: o que vi hoje num jardim 11/12/2009

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Um casal passeava num jardim com a sua filha e, ao passar por uma caravana que vende bifanas e cahorros, a menina disse: Pai eu quero… O pai disse: filha isto aqui não é lá muito higiénico, vou comprar antes pipocas. Poucos minutos depois, passam por um carro a vender castanhas e a menina perguntou: Pai, eu quero… O Pai irritado, disse: Bolas, sempre a pedir, as pipocas nem uma comes-te e agora queres castanhas ?

 

A menina começou a chorar. E disse: Pai, eu quero … vomitar!!!

 

O que vi hoje num jardim…

Reflexão da treta: algumas pessoas conhecem o segredo 11/12/2009

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A vida é muito parecida com o trabalho de um vendedor. Se somos bem sucedidos ou não, é muito mais uma questão de quão bem motivados os seres humanos com os quais lidamos a comprar de nós o que temos para lhes oferecer. Sucesso ou fracasso neste trabalho é, essencialmente, uma questão de relacionamentos humanos. Tem a ver com o tipo de reacção que provocamos nos membros da nossa família, nos nossos clientes, funcionários, empregadores, colegas de trabalho. Se esta reacção é favorável, temos uma boa hipótese de sermos bem sucedidos. Se a reacção não for boa, estamos condenados. A humanidade é imperfeita e pecadora sem capacidade para perceber que os relacionamentos pessoais é uma prioridade. Não fazemos um esforço activo e contínuo para fazer e dizer coisas que contribuirão para que as pessoas gostem mais de nós, creiam em nós e que criem nelas o desejo de trabalhar connosco na realização dos nossos propósitos e desejos. Algumas pessoas conhecem o segredo.

Dsungaripterus 11/11/2009

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Talvez utilizasse as extremidades curvas e pontiagudas das suas mandíbulas para explorar as rochas da praia em busca de bivalves, conseguindo quebrar as conchas dos moluscos.

Use a tecnologia de modo respeitoso e económico 11/10/2009

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g Novembro de 2009

Reflexão da treta: os loucos muros 11/10/2009

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A construção do muro de Berlim tornou o maior campo de presos do mundo. O muro, que começou a ser construído em 13 de Agosto de 1961, não respeitou casas, prédios ou ruas. Policias e soldados da Alemanha Oriental impediam e até matavam quem tentasse ultrapassar o muro electrificado e com valas. Muitas famílias foram separadas. É de loucos? Não! É de seres que a bíblia caracteriza como enfunados de orgulho, de seres que apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança, um prazer. Travar o fluxo migratório do Leste e a fuga de alemães para o Ocidente, premeia as ideologias do ontem e do hoje, da “gastronomia” dos que se sentam à mesa redonda. Perguntei e pergunto por que eles gostam destas “ementas”? A resposta é inequívoca: “ O único modo de evitar os erros é por adquirir experiência e a única maneira de adquirir experiência é cometendo erros.” Há um resquício de humildade e de tolerância, mas os 125 mortos confirmados, que tentaram fugir, já ninguém os traz. Só Deus.
Pois meu amigo Gui, a quem dedico este post, fique sabendo que Deus só gosta de loucos.
Alguma pessoa normal se aproximaria do mar e gritava: ABRE-TE?
Alguma pessoal normal olharia para o céu e gritaria para o sol: PÁRA, SOL?
Alguma pessoa normal bateria com um cajado numa pedra para tirar água?
Alguma pessoa normal diria para um morto há 3 dias: LEVANTA-TE E ANDA?
Alguma pessoa normal mandava o mar e o vento ficar quietos?
Alguma pessoa normal ficaria quieta e sentada numa jaula de leões famintos?
Alguma pessoa normal ficaria andando às voltas de uma cidade durante 7 dias, cantando, até os MUROS da cidade caírem?
Só loucos! Acreditando no impossível, vendo o invisível. Quem não O vê justifica o subir e derrubar muros, como processo de aprendizagem!

Caderno de apontamentos 11/09/2009

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“… o remédio para a cegueira espiritual, é o unguento para os olhos.”

 

A Sentinela 15 de Março de 2007

Pais orientem seus filhos 11/09/2009

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g Novembro de 2009

Caderno de apontamentos 11/08/2009

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“… as necessidades do homem são poucas, mas os seus desejos são infinitos.”

 

Fonte: Revelação, seu Grandioso Clímax

No quarto a ler: o último adeus 11/08/2009

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Adeus na versão portuguesa das Publicações Europa-América) conta a história de Philippe de Sucy, um oficial francês que acompanha a jovem Séphanie, condessa de Vendrières, no decurso das peripécias e horrores experimentados pelas forças francesas durante a travessia do Beresina, etapa suprema da retirada napoleónica do solo russo. A intriga novelesca segue os cânones fatalistas da obra romântica (patentes na impossibilidade de consumação amorosa das personagens pela intervenção de forças tão poderosas como a loucura ou a morte) mas distancia-se destes  pela descrição hiper-realista dos horrores da batalha, oferecendo verdadeiros quadros, que se diria cinematográficos, das provações e do terror experimentados pelas tropas francesas durante a debandada. A estrutura do texto narrativo organiza-se em três tempos da história: o primeiro desenboca na separação do par amoroso na travessia do rio, o segundo no seu reencontro vários anos mais tarde, e o último numa nova separação que tem a loucura e a morte como limites insuperáveis. A estrutura linear do discurso narrativo começa porém no segundo tempo (reencontro), recua por analepse para o primeiro (separação) e regressa ao reencontro para depois se precipitar num epílogo que não cabe aqui resumir, mas que sempre se dirá que terá na palavra adeus a verdadeira síntese de todo o romance.