Malinche tradutora durante o encontro entre Moctezuma e Cortés.
Publicado por: lerever | 02/08/2010

Espelhos invulgares

Publicado por: lerever | 02/08/2010

O jardim da escultura

Vale a pena visitar este jardim encantado, com fadas, elfos, gnomos, etc. Bruno Trofs conseguiu transformar o jardim de sua casa em um lugar cheio de magia e fantasia.
Escritor, artista plástico e escultor, viajou ao redor do mundo e adquiriu com isso uma bagagem cultural muito grande, o que permitiu ao artista produzir obras a partir dessas experiências.
Bruno é casado e possui filhos. Actualmente ele vive numa casa com um imenso jardim em uma pequena aldeia da Austrália chamada Matysville Vitoriana.
O projecto de criar “Esculturas de jardim”, que inicialmente durou cinco meses( com a produção de 15 esculturas em Terracota) deu tão certo que hoje possui mais de 115 esculturas espalhadas entre as árvores. O local atrai milhares de visitantes durante todo ano.

Vejam que incrível:
Publicado por: lerever | 02/07/2010

Bear McCreary – A Distant Sadness

Publicado por: lerever | 02/07/2010

A arte da guerra

Wushu

 

Publicado por: lerever | 02/06/2010

Caderno de apontamentos!

 

“Falar o que é correcto sem fazer o que é correcto é hipocrisia.”
 
w 15 de Dezembro de 2009
Publicado por: lerever | 02/06/2010

Comboio atravessa o Mercado de Bangkok

Impressionante! Não sei se é para rir ou para pensar…
 

Publicado por: lerever | 02/05/2010

O nenúfar.Teve projecto?

As alterações climatéricas e a previsão de subida das águas do mar irão produzir milhares de refugiados que necessitam de ser realojados. A partir desta previsão, o arquitecto Vincent Callebaut imaginou para 2100 uma unidade urbana pronta a receber 50 000 pessoas. Intitulada Lilypad, a cidade será flutuante, funcionará nos oceanos e poderá ser multiplicada as vezes necessárias, uma vez que é auto-suficiente. Se as previsões da ONU se confirmarem, em 2100 o número de refugiados das zonas costeiras inundadas com a subida do mar em cerca de um metro poderá chegar aos 250 milhões, pelo que os oceanos poderão ser povoados de cidades flutuantes. Do ponto de vista da forma, o conceito que suporta Lilypad baseia-se na Victoria régia, um nenúfar gigante que pode ser encontrado na Amazónia e é feito de uma fibra natural extremamente elástica e plástica, que assim permite que flutue na água. Com o “objectivo de criar um sistema harmonioso baseada na dupla ser humano/natureza, bem como explorar novos modos de habitar no mar recorrendo a espaços colectivos fluidos e de proximidade, potenciando a inclusão social e o encontro de todos os cidadãos, nativos da nova cidade ou estrangeiros, novos ou velhos…”, o arquitecto belga ampliou a forma desta espécie natural 250 vezes para criar um sistema urbano. De facto, a cidade pode ser posicionada em qualquer massa de água do globo e terá conceitos terrestres e aquáticos. Por um lado, será centrada num lago, a partir do qual se organizam três grandes áreas, que correspondem às funções de trabalho, lazer e serviços. Cada uma destas zonas será dotada de uma marina e uma montanha, esta última uma clara alusão ao imaginário da paisagem terrestre. Uma rede orgânica de infra-estruturas e vias une as montanhas e dará acesso a habitações e jardins suspensos, também eles organizados de uma forma ondulante e sinuosa. Os materiais de construção idealizados pelo arquitecto são as fibras de poliéster, cobertas por camadas de dióxido de titânio. Quanto à produção e consumo de energia, Lilypad será auto-suficiente e não emitirá gases poluentes: assim o lago central terá água doce recolhida das chuvas, e servirá de reservatório natural para a água potável. As fontes de energia ali utilizadas serão todas renováveis, como solar térmica e fotovoltaica, energia das marés, eólica, com fitopurificação da água para consumo dos seus habitantes e reciclagem dos resíduos por eles produzidos. Para o seu autor, Lilypad é uma “antecipação particular da literatura de Júlio Verne, mas também uma alternativa possível de uma ecopolis multicultural, cujo metabolismo estará em perfeita simbiose com os ciclos da natureza”, explica. Temos entretanto de esperar 90 anos para a aferição desta ideia simultaneamente utópica e esperançosa. Para já, existem todos os anos mais de 210 milhões de desalojados no mundo vítimas do clima, a aguardar respostas urgentes.
Fonte: DN
Sublinhado por Manuel Rodrigues
Convido os leitores do Quarto  a visitar o site de Vicent Callebaut Architecture e podem ver outros projectos de design e tecnologia fantástica.  Achei também espetacular o Physalia, um novo conceito de embarcação ecológica!
No entanto, deixo o vídeo da cidade Lilypad.
 
Publicado por: lerever | 02/05/2010

Caderno de apontamentos!

“Temos de admitir que ninguém diz no leito da morte: ‘Eu gostaria de ter trabalhado mais´”.

g Janeiro de 2010

Publicado por: lerever | 02/05/2010

Panu Aaltio – Perdão

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